Uma tecnologia brasileira de inteligência artificial que reconstrói o sinal do eletrocardiograma a partir de uma foto, calcula as medidas e organiza a leitura. Em desenvolvimento, com validação clínica em andamento.
O ECG mostra o problema. Mas alguém precisa ler. E ler rápido.
Na UBS, no plantão, na ambulância: o ECG sai da máquina e fica esperando um olho treinado. O Vytal ECG põe esse olho no bolso do médico.
A mesma foto que você já tira no plantão vira um traçado que dá pra ampliar, medir e discutir.
Câmera, galeria ou scanner. Folha inteira, de frente, luz uniforme. Serve papel impresso e tela do aparelho.
O app acha a grade, calibra tempo e amplitude e redesenha as 12 derivações. Você compara com a foto, lado a lado.
Frequência, intervalos, eixo e hipóteses com a evidência apontada no traçado. Gere o PDF pro prontuário ou pra discutir o caso.
O traçado vira sinal. As medidas são calculadas em cima dele, com regra clara.
Valores de exemplo. Cada leitura depende da foto: o app diz a confiança e o que não conseguiu medir.
Foto ruim? Ele pede outra. Nada entra no app sem passar pela bancada de teste. O que piora, sai.
Hoje é apoio à leitura. O caminho até o registro é público e a gente mostra onde está.
O motor de leitura já funciona: reconstrói o sinal, mede e organiza a interpretação. Uso ainda restrito a desenvolvimento e estudo, não à rotina clínica.
Cardiologistas parceiros laudando ECGs brasileiros pra medir sensibilidade e especificidade de verdade.
Dossiê técnico de software como dispositivo médico. Aí o Vytal ECG pode entrar na rotina de hospitais e serviços.
A decisão continua sendo do médico. O que muda é o tempo até ela.
Segunda leitura em segundos, antes de ligar pro cardiologista.
Onde não tem cardiologista por perto: medidas com confiança e PDF pro encaminhamento.
Estudantes e residentes treinam o olhar com exame real, sem dado de paciente.
É um dos cenários em desenvolvimento. A foto de papel impresso é a mais madura hoje; a leitura a partir de tela é um dos focos de aprimoramento e validação.
3×4 com uma ou três tiras de ritmo, 6×2 com ou sem tira e 12×1, em 25 mm/s e 10 mm/mV. Outras escalas você informa na calibração. Formato que ele não reconhece, ele recusa e avisa.
Não. Ele entrega o sinal, as medidas e hipóteses com a evidência apontada no traçado. O laudo e a conduta são do médico, com o exame original como referência.
Ainda não. A tecnologia está em desenvolvimento e o desenho segue as exigências de software como dispositivo médico, com a validação clínica em andamento. O uso na rotina de atendimento depende da conclusão dessa etapa e do registro.
Cardiologistas e instituições interessadas em colaborar com a validação clínica podem falar com a equipe pelo contato@vytalsaude.com.br.
Não. A proposta é reconstruir o sinal, calcular as medidas e organizar hipóteses com a evidência apontada no traçado. A interpretação final e a conduta são sempre do médico. É uma ferramenta de apoio, não de diagnóstico automático.
Cardiologistas e instituições que queiram colaborar com a validação clínica, ou acompanhar o desenvolvimento, podem falar com a equipe.